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Ipac apoia turnê internacional da primeira ópera produzida na Bahia

Uma extensa turnê internacional, com quase um mês de trabalho em Lisboa (Portugal), além de apresentações em Londres (Reino Unido), Reggio Calabria (Itália), Basel (Suíça) e até Helsinki (Finlândia), marcam as ações do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) neste fim de ano.
O NOP leva apresentações da primeira montagem operística baiana, com músicos e cantores baianos, a fazer uma turnê internacional desse porte. O núcleo tem apoio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPac), que realizou convênio para projeto de residência artística, atualmente no Palácio da Aclamação, onde são realizadas reuniões, ensaios, saraus e apresentações.
O grupo integra a turnê ‘Preludio’, do cantor e compositor baiano Gilberto Gil, que convidou ainda a banda Cortejo Afro. O NOP fará duas peças da ópera Treemonisha, além de participar de uma música de Gil. “Fora da turnê com Gil, teremos ainda apresentações em Lisboa, onde temos contato com o Conservatório de Música de Lisboa e com a Universidade Nova de Lisboa”, explica a soprano do NOP, Graça Reis.
A soprano lembra que tudo a ser apresentado foi produzido na Bahia e por baianos. “Não só cantores e músicos, como figurinos e cenário criados pelo artista baiano, Alberto Pita”, comemora ela. A turnê coincide com as comemorações e campanhas do Mês da Consciência Negra, em novembro, integrando essa programação do governo estadual.
O diretor do NOP, maestro Aldo Brizzi, lembra da importância dos espaços onde ocorrem as apresentações. “Em Londres (Reino Unido), nos apresentamos na próxima terça-feira (31), no Barbican Center, inaugurado em 1982, que é um dos maiores espaços da Europa”, relata o maestro.
Já o Finland Hall, em Helsinki (Finlândia), recebe a apresentação no dia 2 de novembro, enquanto o Teatro Cilea de Reggio Calabria (Itália) será no dia 5. “No dia 7, estaremos no Messe Event Halle, em Basel (Suíça), onde os ingressos já estão esgotados”, finaliza.
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