Home / Entretenimento / Cultura / Lazer / Bloco Olodum abre projeto Concha Negra em 2018
Foto: Reprodução

Bloco Olodum abre projeto Concha Negra em 2018

Recém-reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia, o bloco afro Olodum abre a Concha Negra em 2018, em pleno verão, com show da turnê ‘Eu Falei Faraó’, no dia 7 de janeiro (domingo), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador, às 18h. O espetáculo terá participação especial da banda Ponto de Equilíbrio e abertura com a Cia. de Dança Lekan Dance.
Iniciativa do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), por meio do próprio TCA e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), e em alinhamento com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), a ação garante o lugar da música afro-baiana na programação mensal deste que é o maior complexo cultural da Bahia. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e estarão à venda a partir de 20 de dezembro na bilheteria do TCA, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista e no site da Ingresso Rápido.
Comemorando os 30 anos do samba-reggae e o lançamento do primeiro disco da banda, ‘Egito Madagascar’, a tour ‘Eu Falei Faraó’ reúne clássicos como ‘Faraó’, ‘Avisá Lá’, ‘Rosa’, ‘Alegria Geral’, ‘Vem Meu Amor’, ‘Berimbau’, ‘Madagascar Olodum’, ‘Ladeira do Pelô’, ‘Protesto Olodum’, ‘Canto ao Pescador’, ‘Deusa do Amor’ e ‘Requebra’.
Também entram no repertório músicas com conteúdos levam a refletir sobre a importância de uma cultura de paz, a exemplo de ‘Mel Mulher’, ‘Manifesto Pela Paz’, ‘Mãe Mulher Maria Olodum’ e ‘Eu Digo Jah’. Assim, o show proporciona ao público adentrar de forma intensa no universo do Olodum e na mistura do samba-reggae com as diferentes linguagens artísticas brasileiras.
Concha Negra 
O projeto Concha Negra se compromete a fomentar a diversidade cultural da Bahia, suas tradições e patrimônios. A primeira etapa foi iniciada em setembro, com show dos Filhos de Gandhy, em seguida com o Muzenza, em outubro, Ilê Aiyê, em novembro, Cortejo Afro, em dezembro, e segue por um semestre até o mês de fevereiro.
Depois do Olodum, Malê Debalê encerra a lista em 4 de fevereiro. Além das apresentações principais, cada espetáculo tem a participação de pelo menos um convidado especial e também uma abertura com intervenções de outras linguagens artísticas, como teatro, dança e moda.
Compartilhe: